Jesus apresentou a última e definitiva lição

Jesus apresentou a última e definitiva lição

O Quarto Evangelho (cf. Jo 4,1-19,42) apresenta duas partes. Na primeira, João descreve a atividade criadora e vivificadora do Messias, no sentido de dar vida e de criar um Homem Novo – um homem livre da escravidão do egoísmo, do pecado e da morte (para João, o último passo dessa atividade destinada a fazer surgir o Homem Novo foi, precisamente, a morte na cruz: aí, Jesus apresentou a última e definitiva lição – a lição do amor total, que não guarda nada para si, mas faz da vida um dom radical ao Pai e aos irmãos).

Na segunda parte do Evangelho (cf. Jo 20,1-31), João apresenta o resultado da ação de Jesus e mostra essa comunidade de Homens Novos, recriados e vivificados por Jesus, que com Ele aprenderam a amar com radicalidade e a quem Jesus abriu as portas da Vida definitiva. Trata-se dessa comunidade de homens e mulheres que se converteram e aderiram a Jesus e que, em cada dia – mesmo diante do sepulcro vazio – são convidados a manifestar a sua fé no Filho de Deus que “ergueu a sua tenda no meio dos homens” para lhes dar Vida em abundância.

In site dos Dehonianos

Via-Sacra pelas ruas | 29 de março | 21h30

Via-Sacra pelas ruas | 29 de março | 21h30

A Via-Sacra pelas ruas, que se realizará na sexta-feira, a partir das 21h30, terá o seguinte percurso:

Capela de Santo António (Mina)
Avenida Combatentes da Grande Guerra
Avenida General Humberto Delgado
Parque Central
Avenida Cardoso Lopes
Estação da CP Amadora (entrada e saída pelas rampas)
Parque Delfim Guimarães (pelo lado da loja Seaside)
Rua 1.° de Dezembro
Rua 1.° de Maio
Igreja matriz da Amadora

Tríduo Pascal — Celebrações

Tríduo Pascal — Celebrações

QUINTA-FEIRA SANTA — 28 de março

CEIA DO SENHOR — 21h30
VIGÍLIA DE ADORAÇÃO — Das 23h30 do dia 28 às 2h do dia 29

 

SEXTA-FEIRA SANTA — 29 de março

OFÍCIO DE LEITURA — 10h
PAIXÃO DO SENHOR — 15h
VIA-SACRA — 21h30 — Na igreja matriz

SÁBADO SANTO — 30 de março

OFÍCIO DE LEITURA — 10h

VIGÍLIA PASCAL — 22h

 

DOMINGO DE PÁSCOA — 31 de março — EUCARISTIAS

9h30 (matriz)
10h (Mina)
11h30 (matriz)
19h (matriz)

 

Proposta para a Vivência da Quaresma 2024

Proposta para a Vivência da Quaresma 2024

6.ª SEMANA (Domingo de Ramos) RENOVAR

 

O EVANGELHO da semana diz-nos:

«Bendito o que vem em nome do Senhor!» (Mc 11, 9)

 

EXAME CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA
Esta é uma ferramenta de oração e acção para um cuidado renovado pela criação e pelos mais afectados pelos danos ambientais, poderá ser para uso individual, em grupo ou em comunidade.

 

NA RELAÇÃO COM DEUS
Dou graças a Deus que criou toda a Terra, as criaturas terrestres, os peixes do mar, as aves do céu, a água que nos refresca e dá vida e toda a humanidade? Dou graças a Deus que me moldou no ventre da minha mãe, me transformou na pessoa que sou hoje e me sustenta no dia-a-dia? Reconheço que tudo o que sou e toda a Criação que me rodeia é uma dádiva de Deus? Ao ver as alegrias e sofrimentos da Terra, das suas criaturas e das pessoas em todo o mundo, vejo também os sinais da obra de Deus e do Reino de justiça, paz e integridade da criação? Onde senti a presença de Deus na criação hoje?

 

NA RELAÇÃO COM OS OUTROS
Identifico com humildade as situações em que fiz escolhas por conveniência, egoísmo e ganância em vez de justiça ecológica e social? Peço a graça de ser alguém que escolhe ver o mundo com os olhos dos marginalizados e actua para contribuir para uma sociedade social e ecológica mais justa? Reconheço que há os povos deslocados das suas terras por causa da sua água contaminada por um sistema económico que prioriza o lucro sobre as pessoas e o bem comum? Tenho consciência de que os mais pobres e os mais frágeis vivem em bairros próximos de indústrias poluentes e sofrem com uma distribuição e consumo desigual de energia e outros serviços? Defendo as políticas ambientais que cuidem da criação e dos mais vulneráveis? Tenho gestos concretos de ajuda aos imigrantes, refugiados e vítimas de qualquer tipo de abuso? Aceito o desafio do Papa Francisco a não ignorar os gritos da Criação, dos pobres e da terra?

 

NA RELAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE
Como uso e poupo a água no meu dia a dia? Os meus padrões de consumo e gastos de energia reflectem a minha fé? Reconheço que comer é um acto de responsabilidade moral? Trato a minha comida e a minha casa com maturidade ou desperdiço comida e objectos? Tenho consciência dos lugares onde é cultivada a comida que consumo e em que condições vivem os produtores? Estou consciente da energia e da água gastas na produção da minha comida e do impacto no meio ambiente? Estou atento ao mundo em meu redor? Pratico a separação de resíduos como um acto de devoção? Que desafios ou alegrias experimento ao recordar o meu cuidado com a criação? Como posso afastar-me de uma cultura do descartável?

«Na verdade, este homem era Filho de Deus»

«Na verdade, este homem era Filho de Deus»

Ao iniciarmos a Semana Santa, a Semana Maior, a liturgia convida-nos a escutar o impressionante relato da Paixão e Morte de Jesus. O relato, inegavelmente fundamentado em acontecimentos concretos, não é uma simples reportagem jornalística da condenação à morte de um inocente; mas é, sobretudo, uma catequese destinada a apresentar Jesus como o Filho de Deus que aceita cumprir o projeto do Pai, mesmo quando esse projeto passa por um destino de cruz. Marcos pretende que os crentes a quem a catequese se destina concluam, como o centurião romano que está junto da cruz e que vê como Jesus cumpriu o plano do Pai até à última gota de sangue: “na verdade, este homem era Filho de Deus” (Mc 15,39). Fica assim demonstrada a tese que Marcos, desde o início do Evangelho (cf. Mc 1,1), se propôs apresentar: Jesus, o Messias que anunciou o Reino de Deus e que os homens mataram na cruz, é o Filho de Deus.

In site dos Dehonianos